Como escolher sistema para delivery próprio
Todo sistema mostra o painel bonito na demonstração. O que dói mesmo aparece no segundo mês: pedido perdido, taxa escondida, cozinha reclamando da tela e o dono descobrindo que precisa pagar mais para ter relatório.

Resumo pratico
- Preço da mensalidade é só uma parte. Somar taxa por pedido e por integração muda o cálculo.
- Onboarding define se o sistema vai ser usado ou vai virar login abandonado.
- A pergunta certa não é 'o que ele tem', é 'o que ele resolve na minha rotina'.
O que quase ninguém pergunta na hora de contratar
A conversa com o vendedor gira em torno de recursos. E a maioria dos sistemas de delivery tem os mesmos: cardápio digital, integração com WhatsApp, painel de pedidos, alguma coisa de cozinha.
O que muda entre um e outro é como a operação real vai funcionar. Quem instala? Quem treina o atendente? O que acontece quando o pedido vem errado do marketplace? Quem responde às 22h de sábado?
- Tem taxa por pedido, além da mensalidade?
- O onboarding é feito por alguém do sistema ou fica na sua mão?
- Se eu quiser trocar de plano ou sair, o que acontece com meus dados?
- O suporte é chat com IA ou pessoa que já operou restaurante?
O custo real do sistema errado
Trocar de sistema custa mais do que se paga. É novo cadastro de cardápio, novo treinamento, novo QR Code na mesa, novo domínio de link de pedido. Em restaurante médio, isso trava a operação por duas ou três semanas.
Por isso vale gastar tempo na escolha inicial. Pedir para conversar com um cliente que já opera. Ver a tela que o atendente usa, não só o dashboard do gerente.
Perguntas frequentes
Dá pra testar antes de contratar?
A gente prefere um diagnóstico curto da sua operação antes de sair mexendo. Em 30 minutos dá pra saber se a Omnia serve pro seu momento ou não.


